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24/12/2013 às 20h56m - Atualizado em 24/12/2013 às 21h08m

Segundo Eduardo Campos, investimento em educação no Estado foi de R$ 300 milhões

A capital pernambucana ocupa, atualmente, o 21º lugar entre as capitais brasileiras no ranking do IDEB

A capital pernambucana ocupa, atualmente, o 21º lugar entre as capitais brasileiras no ranking mais recente do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) nos anos iniciais do ensino fundamental, com 4,1. Nas séries finais, a posição cai para o 24º lugar, com 2,9. Apesar de o quadro não ser positivo, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), afirmou em entrevista que, ao longo da sua gestão, a ordem de investimento no ensino público passou de R$ 44 milhões para R$ 300 milhões.

“O trabalho que estamos fazendo na educação em Pernambuco vem deste esforço de sair investindo em um padrão completamente diferente do usual. A gente pode ver que tínhamos uma média de investimento na ordem de R$ 44 milhões e pulamos para R$ 300 milhões. Tínhamos uma rede sem governança do papel que cabe ao Estado, aos municípios e à União. E, diferente de outros Estados, como o Ceará, que há mais de dez anos fizeram a transição para cuidar efetivamente do ensino médico e técnico, nós tínhamos falta de escola de ensino médio, que é princípio do Estado, e você oferecendo escolas do segundo grau, quando o município poderia fazer”, afirmou Campos.

Sobre as ações na área educacional ao longo da gestão socialista, o governador e pré-candidato à Presidência da República destacou o programa de formação de professores, que garante a licenciatura plena aos docentes. “Começamos o trabalho em que o Estado pagou à Universidade de Pernambuco (UPE) para que os professores pudessem, de graça, fazer no final de semana ou à noite um curso superior. Mudamos a lei do ICMS para fazer com que o resultado do Ideb da escola fosse um ponderador importante na distribuição do ICMS, para que os municípios se sentissem motivados a fazer este esforço.

E começamos no primeiro governo a fazer exatamente a transição do ensino fundamental. Ou seja, é um planejamento, uma coisa sensata. Não é desmonte. Você vai organizando a rede para atingir o objetivo que é o ensino médio integral. Fazer onde dá para fazer, com critérios. É o que temos feito. O Ideb vem melhorando em Pernambuco. Agora, para fazer isso é preciso não entrar na disputa política”, disparou o governador.

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