28/11/2014 às 14h50m - Atualizado em 28/11/2014 às 14h52m

Após a Usina Pumaty na Mata Sul voltar a funcionar, as cidades em seu entorno já começam a sentir melhores efeitos econômicos

4 mil empregos gerados, 1,5 milhão Injetado na economia local com o primeiro pagamento quinzenal de funcionários e fornecedores, e mais R$ 2,5 milhões para pagamento da próxima quinzena

Há menos de um mês reaberta, após dois anos fechada, a Usina Pumaty, em Joaquim Nabuco, na Zona da Mata Sul pernambucana, começa a produzir os primeiros efeitos financeiros para a Região. Já foi injetado na economia do local 1,5 milhão somente com o pagamento quinzenal dos funcionários agroindustriais e pela cana fornecida para a unidade por 250 produtores de cana-de-açúcar.

Outros R$ 2,5 milhões já estão reservados para o pagamento da próxima quinzena. São aproximadamente 4 mil empregos diretos e indiretos. Cerca de 4 mil toneladas de cana têm sido moídas diariamente desde o último dia 6. A quantidade pode chegar a 8 mil/dia quando a usina fabricar açúcar.

E todo este movimento começa a transformar a realidade comercial das cidades canavieiros envolvidas neste processo. A volta do funcionamento da usina é resultado da ação de uma cooperativa de Canavieiros (Agrocan), que arrendaram a unidade com o apoio do Sindicato dos Cultivadores de Cana e da Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco (AFCP).

Um exemplo do incremento econômico local já pode ser visto no melhor desempenho de negócio da feira pública da cidade onde funciona a usina. Esta afirmação foi feita ontem pelo próprio prefeito de Joaquim Nabuco, João Carvalho, durante visita que fez à usina Pumaty, acompanhando o secretário estadual da Agricultura, José Aldo, e o deputado Aloísio Lessa. A visita foi organizada pela AFCP e o Sindicato dos Cultivadores de Cana.


Com informações da Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco (AFCP)

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