03/09/2017 às 10h22m - Atualizado em 04/09/2017 às 10h25m

Justiça de São Paulo decide manter preso homem que ejaculou em mulher

Em uma semana, Diego Ferreira abusou sexualmente de duas mulheres; no primeiro caso, ele ejaculou em uma mulher em um ônibus e a justiça o soltou em 24h

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Após ter abusado sexualmente mais uma mulher no transporte coletivo de São Paulo, a Justiça do Estado determinou, neste domingo (3), que Diego Ferreira de Novais, de 27 anos, permanecerá preso. A decisão veio após o juiz Rodrigo Mazola Colombini determinar que o mesmo abusou da vítima no coletivo da capital paulista. Ele foi encaminhado ao 78º Distrito Policial (DP), nos Jardins, área nobre da cidade, onde encontra-se prestando depoimento.

Neste sábado (2), ele foi detido após a suspeita de ter abusado sexualmente mais uma mulher em um ônibus na região da Avenida Paulista, no centro de São Paulo. Diego foi preso após mostrar o pênis e esfregá-lo em uma moça em um dos coletivos de São Paulo. A vítima ainda tentou se desvencilhar do estuprador, mas ele a puxou para perto. Os passageiros do coletivo impediram Diego de sair do ônibus. Na terça-feira (29), Diego Ferreira havia sido preso após ejacular em uma mulher, mas foi solto em menos de 24h. 

Homem é preso novamente por ato obsceno em ônibus de São Paulo

O 78º DP informou que o caso foi semelhante ao ataque que levou à prisão do homem na última terça-feira (29), mas não deu detalhes. Este é o terceiro caso de abuso sexual em coletivos da capital paulista só nesta semana, e o segundo em que Diego é suspeito. Ele tem 17 passagens pela polícia, incluindo algumas relacionadas à crimes sexuais.

Revolta após soltura

O caso que envolve Diego Ferreira de Novais foi motivo de revolta por parte da sociedade. No dia 29 de agosto o homem foi preso após ejacular em uma garota em um ônibus em São Paulo. Em menos de 24 horas foi solto após decisão do juiz Eugenio do Amaral Souza Neto.

Na audiência de custódia, o magistrado apontou que não houve constrangimento à vítima. "Entendo que não houve constrangimento tampouco violência ou grave ameaça, pois a vítima estava sentada em um banco de ônibus, quando foi surpreendida pela ejaculação do indiciado", aponta o texto. Ele pondera que o ato praticado é grave e reforçou saber do “histórico desse tipo de comportamento” do agressor.

Com informações do Jornal do Commercio

 

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