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23/08/2018 às 08h49m - Atualizado em 23/08/2018 às 14h24m

Polícia prende mais uma quadrilha especializada em clonar carros

Prisões ocorreram quando policiais militares encontraram dois veículos roubados e adulterados na parte externa de um estacionamento localizado em Petrolina

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Sete pessoas foram presas por integrar uma organização criminosa especializada em clonagem e desmanche de veículos atuante em Petrolina, no Sertão de Pernambuco. As prisões ocorreram quando policiais militares encontraram dois veículos roubados e adulterados na parte externa de um estacionamento identificado como local de desmanche, que fica na Rua 6, no bairro de Jardim de Amazonas, na tarde dessa terça-feira.

Após identificar os carros, o efetivo do 2º Batalhão Integrado Especializado (BIEsp) realizou buscas dentro da oficina, onde encontram mais um veículo roubado em processo de clonagem, além de uma motocicleta com placa e chassi divergentes. Os envolvidos com os crimes foram detidos e encaminhados para a 1ª Delegacia de Polícia.

Clonagem de carros de luxo em Gravatá

No último domingo (19), um laboratório de clonagem de carros de luxo foi desarticulado em Gravatá, no Agreste de Pernambuco. O espaço funcionava dentro de uma casa, na Rua Joaquim Guilhermino do Nascimento, no Loteamento Santana. Foram apreendidas duas Hillux SW4, uma S-10, uma Ranger, além de maçaricos compressores, usados para clonar placas, lixadeiras, utilizadas para falsificar documentos, e acessórios para caminhonetes. A casa também tinha monitoramento por câmeras de segurança. Três suspeitos  foram presos pelo crime.

Outra quadrilha no Agreste

No início desse mês de junho, outra quadrilha especializada em clonagem, roubo e falsificação de documentos de veículos foi desarticulada em Caruaru, Agreste de Pernambuco, por policiais do Batalhão Integrado Especializado de Policiamento (BIEsp). Na casa de um dos acusados havia o material que a quadrilha utilizava para cometer os crimes de falsificação de veículos e adulteração de documentos. Ele seria o responsável por confeccionar a documentação encontrada, recebendo R$ 500 por falsificação.

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