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24/05/2018 às 21h12m - Atualizado em 25/05/2018 às 12h37m

Vídeo inédito: Caminhoneiros de Timbaúba protestam contra o aumento do preço do diesel; Os manifestantes queimaram pneus e interditaram a BR-408

Protestos contra o aumento do preço dos combustíveis também aconteceram nesta quinta-feira (24) em várias cidades da Mata Norte

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Os caminhoneiros interditaram na tarde desta quinta-feira (24) a rodovia BR-408, em Timbaúba, em frente ao Timbaúba Tênis Clube. A categoria protestou durante várias horas contra o aumento do preço do diesel.

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Segundo informações apuradas pelo Timbaúba Agora, o protesto começou por volta das 14 horas. Os manifestantes queimaram dezenas de pneus nas duas faixas da rodovia. Em Timbaúba, a procura foi grande por combustíveis pelo segundo dia seguido. Vários postos tiveram o estoque encerrado e fecharam as portas.

Vídeo inédito

Outros municípios da Mata Norte. Caminhoneiros de outras cidades também aderiram à greve e protestaram em rodovias.

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Em Macaparana, os caminhoneiros queimaram pneus e interditaram a rodovia PE-089.

 

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Os caminhoneiros de Ferreiros também participaram de protestos na rodovia PE-082 nesta quinta-feira (24).

 

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A BR-408 também foi interditada em Aliança, vários pneus foram queimados e a fumaça foi vista a quilômetros de distância.  

Mobilização acontece em todo país

As manifestações acontecem desde que a a Petrobrás anunciou, na segunda-feira (21), o aumento de 0.97% no valor do diesel, a partir da terça. Na última semana, aconteceram cinco reajustes diários seguidos. A escalada nos preços acontece em meio à disparada nos preços internacionais do petróleo.

Os caminhoneiros cruzaram os braços pelo quarto dia em protesto contra a alta no preço dos combustíveis no Brasil — em especial o diesel.

Na última quarta-feira (23), a Petrobras anunciou o corte de 10% no preço do diesel nas refinarias por 15 dias. Já a Câmara aprovou projeto que elimina a cobrança de PIS-Cofins sobre o diesel até o fim do ano. Os motoristas de caminhões, entretanto, decidiram manter a paralisação, que traz consequências como o desabastecimento em supermercados; redução na frota de ônibus em várias cidades; e a falta de gasolina, etanol e diesel nos postos de combustíveis. Por Renato Melo

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