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07/04/2017 às 03h13m

Em dia de golaços, Sport encaminha classificação com goleada na Sul-Americana

Diego Souza, Rithely e Fabrício marcaram para o Leão contra o Danubio, do Uruguai

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Fonte: Site Oficial, Sport Club do Recife
Foto: Williams Aguiar 

Uma partidaça do Sport, empurrado por uma torcida empolgante. A "casadinha" não podia dar outro resultado. Vitória por 3x0 sobre o Danubio/URU, na Ilha do Retiro, e classificação encaminhada para a próxima fase da Copa Sul-Americana. O duelo internacional teve direito a novas pinturas de Diego Souza, com assistência de bicicleta e gol de voleio, e um golaço de Fabrício, o seu primeiro como profissional.

O jogo de volta, no Uruguai, acontecerá só no dia 11 de maio. No próximo domingo, o Leão enfrenta o Central, pela última rodada do hexagonal final do Campeonato Pernambucano.

O Jogo
Duelo truncado, pouco espaço para a criação das jogadas e muitas faltas. Digno de uma competição como a Sul-Americana. Mas o Sport tinha uma carta na manga e ela precisou entrar em ação: Diego Souza. E se não fosse com pinturas não seria o camisa 87 da Ilha (que desta vez precisou vestir a 10). Atravessando uma fase extraordinária, o meia rubro-negro fez a nação rubro-negra se orgulhar ainda mais de ter um ídolo como esse.

Na primeira jogada de mestre, o meia, dentro da área, protegeu a bola do zagueiro, levantou-a, e mandou simplesmente uma assistência perfeita de bicicleta, para Rithely balançar as redes, de cabeça. Na segunda, um lance curioso, que deixou a torcida sem acreditar no que via. André levantou na área, e Rogério tentou copiar Diego mandando também uma bicicleta. A bola bateu no zagueiro e voltou para DS, que mostrou como se faz mandando um lindo voleio para fazer 2x0.

Os torcedores se olhavam diante da cena inesperada. Poucos dias depois de ver o próprio Diego fazer um golaço de bicicleta na vitória sobre o Campinense na Ilha. Vem o segundo tempo e o enredo da partida volta a ser de equilíbrio. Até o leão apresentar outro "coringa" no jogo. Ele atende pelo nome de Fabrício. Justamente um dia depois de Ney Franco afirmar que o Leão havia ganhado outro cobrador de faltas.

Parecia premonição. Na sua primeira falta batida, um golaço, no ângulo do goleiro uruguaio. A vitória virava goleada. O jovem garoto de 18 anos, recém-promovido ao profissional, não aguentou a emoção e foi às lágrimas no gramado da Ilha. A torcida em peso começou a gritar seu nome. Um momento certamente épico na sua carreira.

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