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02/04/2019 às 10h43m

Líder do PCC no Rio Grande do Norte é preso no Recife

Contra o homem, conhecido como ‘Boneco Assassino’, havia um mandado de prisão em aberto, que foi cumprido na ação policial

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Do JC Online

Um homem apontado como um dos líderes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) no Rio Grande do Norte foi preso na quarta-feira (27) no bairro do Ibura, Zona Sul do Recife. Contra Jonias Felipe da Silva, mais conhecido como ‘Boneco Assassino’ ou ‘Diamante’, havia um mandado de prisão em aberto, que foi cumprido na ação policial. ‘Boneco Assassino’ é suspeito de homicídios, tráfico de drogas e associação criminosa. Os detalhes da prisão foram apresentados na manhã desta segunda (1º) em entrevista coletiva na sede da Polícia Civil de Pernambuco.

De acordo com o delegado Alessandro Orico, o suspeito estava no Recife há cerca de cinco meses para fugir da polícia do RN. “Ao ser questionado, o suspeito disse que estava foragido, por isso veio para o Recife”, disse o delegado, que afirmou ainda que Joanias Felipe estaria jurado de morte no RN.

Ainda segundo Orico, veículos de comunicação do Rio Grande do Norte apontam Joanias como suspeito de mais de 20 homicídios no Estado. O delegado disse ainda que o homem trabalhava como mecânico no Ibura, mas estaria traficando drogas na região. “Ele trabalhava como mecânico e fazia alguns bicos, mas recebemos a informação que ele estaria traficando drogas na área”, contou o delegado Alessandro Orico.

O delegado também disse que no momento da prisão o suspeito não reagiu. “Não houve resistência no momento da prisão. Isso deve em muito porque fizemos uma abordagem cautelosa. Ele residia em um local que parece um cortiço, onde moram cerca de 30 pessoas, por isso foi preciso ter responsabilidade com a vida dessas pessoas. Então, no momento da prisão ele não reagiu e estava com sua companheira, seu filho e seu enteado”, disse o delegado.

Cotel

Joanias foi encaminhado ao Centro de Observação e Triagem Everardo Luna (Cotel), em Abreu e Lima, no Grande Recife. “O receio é voltar para o sistema prisional potiguar, porque ele pode ser assassinado lá”, falou Alessandro Orico.

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