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08/03/2018 às 11h06m - Atualizado em 08/03/2018 às 11h15m

8 de março: Dia Internacional da Mulher

Comemorar o Dia Internacional da Mulher vai além de mandar flores. A ideia é conservar, reafirmar e promover conquistas e direitos.

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Comemorar o Dia Internacional da Mulher vai além de mandar flores. A ideia é conservar, reafirmar e promover conquistas e direitos.

As mulheres estão conquistando cada vez mais o seu espaço merecido na sociedade. Uma mulher governou o Brasil (Dilma Rousseff), outra preside o Supremo Tribunal Federal (Cármen Lúcia), várias governaram seus estados. Há mulheres de destaque no Judiciário, Ministério Público e nos movimentos políticos e sociais. O papel social da mulher e sua posição na sociedade brasileira ainda são permeados de contradições. Elas são vítimas da violência física, psicológica; da violência de gênero e contra a sua saúde. É preciso melhorar seu acesso a postos de trabalho, cargos elegíveis e melhorar salários. As mulheres têm menos chances de emprego, ocupam os piores postos de trabalho e recebem menos do que os homens, mesmo que trabalhando nas mesmas funções.

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Confira alguns fatos marcantes da história da mulher no Brasil.

1934 As mulheres conquistam o direito ao voto.

1975 São criados diversos grupos de discussão sobre a questão da mulher. Os jornais "Nós Mulheres" e "Brasil Mulher" dão voz ao movimento pela anistia, inicialmente promovido pelas feministas.

1978 Acontece o Congresso da Mulher Metalúrgica. As mulheres intensificam a luta por creches, direitos trabalhistas, salários iguais ao dos homens, serviços de atendimento (educação, saúde e vítimas de violência) e pela divisão do trabalho doméstico.

1985 Surge a primeira Delegacia da Mulher em São Paulo. Cresce o número de serviços voltados para a mulher (S.O.S. Mulher, Serviço de Orientação à Família).

1990 Multiplica-se o número de ONGs e serviços de atendimento da mulher.

7.ago.2006 Sancionada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a Lei Maria da Penha (lei 11.340 ) foi criada para combater à violência doméstica contra a mulher no Brasil. A norma estabeleceu que a violência doméstica –física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral– é crime.

Maria da Penha, mãe de três filhas, levou um tiro nas costas enquanto dormia, em maio de 1983. O disparo, efetuado por seu então marido, Marco Antonio Heredia Viveros, colocou-a em uma cadeira de rodas.

Paraplégica, vítima de anos de violência doméstica (física e psicológica), lutou por quase duas décadas para ver seu agressor punido –16 meses em regime fechado. Antes disso, Heredia Viveros havia sido condenado em dois julgamentos, mas acabou em liberdade graças a recursos impetrados por sua defesa.

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