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22/02/2018 às 20h41m - Atualizado em 22/02/2018 às 20h50m

Borracheiro é condenado após matar homem por barulho de moto em Campina Grande

Crimes aconteceram em novembro de 2014, o crime ocorreu após uma briga por causa do barulho da moto de uma das vítimas.

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Informações: G1 Paraíba. O borracheiro Felipe Lucas da Silva foi condenado na madrugada desta quinta-feira (22) a seis anos e três meses de prisão por homicídio e tentativa de homicídio na madrugada, em Campina Grande. Os crimes aconteceram em novembro de 2014, após uma briga por causa do barulho da moto de uma das vítimas.

De acordo com a acusação, Felipe teria discutido com dois irmãos e matado Otávio Monteiro da Silva, de 33 anos, a facados. Além disso, teria ferido Josivaldo Barbosa de Monteiro, irmão de Otávio, no sítio Porteira de Pedra, em Santa Terezinha.

Segundo a defesa o réu, Felipe Lucas da Silva agiu em legítima defesa e durante a confusão também teria sido baleado. Durante o julgamento cinco testemunhas foram ouvidas, entre elas a viúva da vítima Otávio Monteiro da Silva.

O juiz Bartolomeu Correia Lima, que presidiu o julgamento, finalizou na madrugada desta quinta-feira (22) com a condenação de Felipe Lucas da Silva a seis anos e três meses de prisão. Como o réu é primário, vai responder em liberdade.

Entenda o caso

Por causa de uma suposta agressão ao seu filho adolescente, Felipe Lucas matou Otávio Monteiro a facadas na comunidade Porteira de Pedra, no distrito de Santa Terezinha em Campina Grande, no dia 17 de novembro de 2014. O barulho provocado por uma moto do adolescente teria iniciado toda a confusão que ainda deixou dois feridos.

Segundo a polícia, o crime aconteceu por volta das 21h. Otávio Monteiro teria reclamado do barulho da moto do adolescente. O jovem chegou em casa e disse o que aconteceu aos familiares, que foram discutir com a vítima.

"A informação é que o pessoal foi abordar os menores que faziam barulho de moto na comunidade. Os jovens disseram aos pais, que foram tomar satisfação armados de faca. Foi então que os dois homens discutiram, o agressor esfaqueou a vítima e o irmão da vítima atirou contra ele, sendo que este também foi esfaqueado", explicou o coronel Lívio Delgado, na época comandante do 2º Batalhão da Polícia Militar.

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