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16/02/2019 às 03h54m

Socioeducandos do Case Timbaúba aprendem a produzir plantas ornamentais

Realizada por meio de parceria entre a Funase e o Senar-PE, oficina buscou oferecer oportunidades de profissionalização e diversificação de renda

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No Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) Timbaúba, na Mata Norte de Pernambuco, adolescentes participaram, nesta semana, de uma atividade que aliou a ressignificação de espaços e o contato com o meio ambiente. Durante a oficina de plantas ornamentais, os internos produziram 27 terrários, minijardins montados em vasos de vidro. A iniciativa foi realizada por meio de uma parceria entre a Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase), que administra a unidade, e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-PE), que realiza cursos, oficinas e treinamentos em centros socioeducativos de todo o Estado.

Ao todo, 12 socioeducandos foram inseridos na oficina. O grupo pôde produzir arranjos de cactos, suculentas e outras plantas ao longo de dois dias. A mesma unidade da Funase já havia recebido outra ação com o mesmo mote em 2018, por meio da parceria com o Senar-PE. Na ocasião, durante o curso de Artesanato em Material Reciclável, os adolescentes aprenderam a produzir brinquedos, objetos decorativos, borboletas ornamentais e mamulengos a partir de objetos que seriam destinados ao lixo. Assim como aquele trabalho, a oficina de produção de plantas ornamentais busca oferecer oportunidade de qualificação profissional e uma possibilidade de diversificação de renda para os socioeducandos, que poderão colocar o conteúdo em prática quando saírem da Funase.

Segundo o coordenador do Eixo Profissionalização, Esporte, Cultura e Lazer da Funase, Normando Albuquerque, uma das missões da instituição, com apoio de parceiros externos, é mostrar aos adolescentes possibilidades de projetos de vida diferentes das que eles tinham antes da medida socioeducativa. “Temos um cuidado muito grande em buscar atividades que proporcionem o desenvolvimento das múltiplas inteligências. Ensinar a cuidar e aprender a cuidar, não há nada mais socioeducativo do que isso”, diz.

Para a coordenadora técnica do Case Timbaúba, Karolyne Bezerra, o envolvimento dos socioeducandos participantes na oficina mostrou o acerto da realização da atividade no local. “Eles se mostraram muito motivados e empenhados durante toda a oficina, o que é muito importante para o sucesso da ação, enquanto atividade pedagógica. O resultado ficou muito acima do esperado”, avalia.

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